“FOMENTO DIRETO A ESPAÇOS CULTURAIS E CRIATIVOS” – projeto de Manutenção do Ponto de Cultura Catavento Cultural

Edital ProAC nº 40/2021

SOBRE O PROJETO

O Instituto Cultural Janela Aberta foi contemplado no EDITAL PROAC EXPRESSO DIRETO nº 40/2021 – PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL – ProAC “FOMENTO DIRETO A ESPAÇOS CULTURAIS E CRIATIVOS”, com o projeto de Manutenção do Ponto de Cultura Catavento Cultural.

FRENTES DE ATUAÇÃO

Aumento da oferta de ações culturais – com a realização da XVIII Edição do Sarau Cabaré Verde, as ações previstas serão 02 eventos musicais, 02 literários, 02 de cultura popular, 02 de artes visuais e 02 de artes cênicas.

Capacitação da Equipe de Trabalho quanto ao uso e operacionalização dos
equipamentos de audiovisual e de som e, custeio das despesas fixas da Entidade.

Fortalecimento da sustentabilidade da Entidade e valoração do trabalho
artístico, a produção e execução da XVIII Edição do Sarau Cabaré Verde, prevê pagamento de cachê para todos artistas convidados para compor a programação.

ATIVIDADES

DESCRIÇÃO

O XVIII Sarau Cabaré Verde, aconteceu em 09/07/2022, na Rua 13 de Maio, 3510 – Vila Faria, das 17h às 22hs. Com entrada gratuita. Para esta edição contamos com financiamento por meio do EDITAL PROAC EXPRESSO DIRETO No 40/2021 – PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL – ProAC “FOMENTO DIRETO A ESPAÇOS CULTURAIS E CRIATIVOS”, com o projeto de Manutenção do Ponto de Cultura Catavento Cultural.

BIOGRAFIA

Com influências da música americana das décadas de 50, 60 e 70 como Johnny Cash, Elvis Presley, Doc Watson, Bob Dylan, Howlin Wolf, Stevie Ray Vaughan e outros expoentes do Country, Rock e Blues, o projeto Sam Jr. & Folson Brothers traz releituras de grandes clássicos, além de versões de artistas contemporâneos.

BIOGRAFIA

Fabiano Nunes, músico, compositor e professor de música com mais de 30 anos dedicados á música. Teve primeiro contato com música aos 7 anos, por iniciativa própria, tendo como primeiro instrumento violoncelo. Na adolescência começou a tocar violão e trabalhar na noite acompanhando cantoras e cantores. Já adulto sentiu necessidade de se aprofundar e sai pro mundo em busca de conhecimento musical. Atualmente divide sua atividade profissional entre aulas, oficinas e apresentações musicais.
Repertório: Céu azul, O filme, Aquário, Auriflama e Feita pra nós (inédita).

SINOPSE

Entre 2020 e 2021, surge um conjunto de trabalhos desenvolvidos durante a pandemia de covid-19, onde uma proposição muito clara é lançada a diferentes artistas, os quais executam tarefas simples para serem gravadas em suas próprias casas. A proposição consiste em solicitar que corpos cumpram movimentações variadas por debaixo de roupas e acessórios de mesma cor preta sempre em contraste com fundo branco. Deste modo, quatro distintas experimentações são elaboradas de modo autoral.

Títulos:
Cento e Trinta e Duas Figuras Corpóreas Como Mediações Sígnicas, 2020
Dos Gestos que Sobrevivem em Nós, 2020
8 Corpos para 588 Quadros, 2021
Impressões Sobre a Velocidade em Repouso, 2021.

BIOGRAFIA

Tales Frey (Catanduva-SP, 1982) vive e trabalha na cidade do Porto em Portugal, é artista representado pela Galeria Verve de São Paulo e pela Shame Gallery de Bruxelas, é pós-doutorando pelo Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, onde é Investigador Sênior convidado do Grupo de Investigação em Estudos Artísticos. Tem doutoramento em Estudos Teatrais e Performativos pela Universidade de Coimbra, Mestrado em Teoria e Crítica da Arte e especialização em Práticas Artísticas Contemporâneas pela FBAUP e graduação em Direção Teatral pela UFRJ.

Apresentou criações autorais no Sattelite Art Show em Nova York, Musée des Abattoirs em Toulouse na França, Athens Museum Of Queer Arts (AMOQA) em Atenas, MACRO – Museo d’Arte Contemporanea di Roma, Museu da República, Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, Casa França-Brasil e Centro Cultural da Justiça Federal no Rio de Janeiro, na Fundação Theatro Municipal de São Paulo – Praça das Artes, no SESC SP, BienalSur em Buenos Aires, Akureyri Art Museum na Islândia, TSB Bank Wallace Arts Centre em Auckland, Nova Zelândia, Galeria Labirynt na Polônia, Defibrillator Gallery em Chicago, Galleria Moitre em Turim, Kuala Lumpur 7th Triennial – Barricade na Malásia, The Biennial 6th Bangkok Experimental Film Festival na Tailândia, Museu Julio Dinis, Teatro Municipal do Porto – Rivoli e Campo Alegre, Teatro Gil Vicente – TAGV em Coimbra, entre outros.
Tem obras em acervos públicos e privados, dentre eles: Museu Serralves, Museu Bienal de Cerveira, MUNTREF em Buenos Aires, Argentina, Pinacoteca João Nasser, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo.
Recebeu Prêmio Aquisição na XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira 2017, Menção Honrosa no 17o Salão Nacional de Arte Contemporânea de Guarulhos em 2021, Menção Honrosa na II Bienal Internacional de Arte Gaia 2017, Melhor Figurinista no Aldeia FIT 2006.
Recebeu apoios de internacionalização da Gulbenkian, Câmara Municipal do Porto, Fundação GDA e DGArtes.

SINOPSE

Apresentação e leitura do livro “17 poemas de resistência”, uma série de textos poéticos escritos para o Sarau Cabaré Verde, tendo como tema principal a ‘resistência artística’.

BIOGRAFIA

Cristian “Cobra” dos Santos, escritor e poeta são-carlense, autor dos livros Guerras Contidas, Tempestade Me Lembra Você e Morto Vivo.

SINOPSE

Versão solo da performance auto-ficcional que apresenta poesias autorais
perpassadas pela perspectiva de gênero e ações cênicas em resposta a falas reais de pastores e políticos como Silas Malafaia e Milton Ribeiro. Um corpo em transformação ficando livre diante do público e realizando uma performance drag king ao som de Luana Hansen e Ney Mato Grosso. Este trabalho recebe o apoio e orientação artística do Programa de Qualificação em Artes 2022 através da Poiesis.

BIOGRAFIA

O Grandioso Teatro da Mínima Dimensão nasce em 2013 como um teatro numa caixinha de papelão capaz de contar histórias com poucos elementos utilizando a solo performance e o teatro de formas animadas como linguagem. Desde então foram realizadas dezenas de apresentações online e presenciais em Brotas/SP, Araraquara/SP, Florianópolis/SC, Paulínia/SP, Águas de Lindóia/SP e São Carlos/SP, sempre com espetáculos autorais. Em 2021 lançamos uma web-série sobre aves migratórias, com foco nos “maçaricos do campo”, a partir da adaptação do livro “A jornada dos maçaricos” de Carol Z. Fieker e Mateus Reis lançado pela EDUFSCAR. De 2020 a 2022 participamos do Programa de Qualificação em Artes da Sec. de Cultura do Estado de SP com os projetos “Essa Mulher” e “Meu Corpo, Minhas Drags”, ambos abordando a perspectiva de gênero em narrativas auto-ficcionais. Daniela Soledade é artista independente, solo performer e fanzineira.

SINOPSE

Um encontro de tempos diferentes no mesmo espaço em forma de vídeo e performance, integrando as duas linguagens. A intervenção traz como tema a relação entre a Casa e o Corpo, sendo os cômodos da casa, metáforas dos espaços internos de um corpo em constante desenvolvimento. A performance é conduzida por imagens caseiras da casa da artista e áudios de trechos de obras de Clarice Lispector, autora que contribui para as indagações da intimidade. Essa pesquisa foi desenvolvida para as pinturas da artista durante a pandemia e pela primeira vez será experimentado na linguagem performática. “Fiz uma residência dentro de mim e encontrei tantos cômodos a serem ocupados que sinto a casa maior por dentro do que por fora. Um corpo pode abrigar o infinito porque há portas e janelas a serem abertas, espaços internos a serem percorridos para sempre. A casa é o lugar que vê crescer o corpo-casa, um dentro do outro em gestações infinitas de si mesmo” (Anny Lemos).
Título: ensaio sobre a casa e o corpo-casa.

BIOGRAFIA

Anny Lemos (Osasco-SP, 1987) vive e trabalha em São Carlos-SP. Se desloca entre interior e capital como artista visual e educadora. Graduada em Artes Visuais pela UNESP de Bauru (2010), desenvolve sua poética na linguagem da pintura e muralismo. Tem parceria com a Galeria Luis Maluf (São Paulo) e tem mantido ativa a participação em Salões de Arte, Editais e Feiras. Atualmente está em cartaz sua exposição “Interiores” (em dupla com a artista Kena também de São Carlos) a exposição é itinerante, foi exibida primeiramente no Centro Cultural de Bauru-SP e agora está em sua segunda edição, no Fórum das Artes em Botucatu-SP.

Exposições individuais: Interiores (exposição itinerante em dupla com a artista Kena), Centro Cultural de Bauru-SP e Fórum das Artes em Botucatu SP (Exposições atuais em parceria com a Secretaria de Cultura de cada cidade – 2022) Lugares Afetivos, Galeria Luís Maluf, São Paulo-SP (2020) Lugares Afetivos, Centro Cultural USP São Carlos-SP (2019) Gestos, memórias e lugares, Centro Cultural de Bauru-SP (2019).
Exposições coletivas e feiras: SP Arte 2021 e 2022; Art Rio 2021; 49° Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto de Santo André-SP (2022); Salão de Artes Visuais de Vinhedo-SP (2021); 51° Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba-SP (2019); 16° Salão Ubatuba de Artes Visuais de Ubatuba-SP (2019), entre outras.

SINOPSE

Batalha de Rima “Tio Teddy e a rapa do improviso”, Teddy Paçoca e convidados: Carlinho MC e Kenny Patrick.

BIOGRAFIA

Claudinei dos Santos Moreira, conhecido como (Japão) apelido desde a infância é brasileiro nascido no dia 11 de janeiro de 1986 na cidade de São Carlos no interior do estado de São Paulo. Autodidata é grafiteiro, oficineiro e artista plástico mas desde a infância já se destacava nas aulas de educação artística na escola. Na adolescência se lançou a pixação, mas foi no ano de 2000, influenciado pelo Hip Hop que conheceu o graffiti e desde então começou a fazer suas letras e personagens nos muros da cidade de São Carlos, tendo participações em exposições coletivas e em eventos pela região e outros estados, tais como Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos campos, Rio de Janeiro, Curitiba e Pernambuco. Atualmente assina seus trabalhos como (Japone).

BIOGRAFIA

O grupo de catira “Os Defensores do Catira de Santa Eudóxia” surgiu em 2010, com o intuito de dar continuidade às raízes e tradições de seus antepassados. Com a proposta de preservar a tradição e defende- a frente a modernidade, por meio de um processo formativo, aliando a transmissão de saberes dos mais velhos com uma linguagem acessível aos mais novos, para que seja compreendida, mas sem perder o compasso da preservação. Com os elementos e personagens tradicionais desta cultura tradicional, o grupo por meio das palmas, do sapateado e ao som da viola, preservam e difundem a catira por meio de suas apresentações e vivencias.

SINOPSE

Baque de Maracatu – Arrastão pelo Janela aberta: Apresentação de Maracatu de Baque Virado com o Grupo Rochedo de Ouro.

BIOGRAFIA

O Grupo Rochedo de Ouro é um grupo artístico que vivencia a cultura do Maracatu de Baque Virado através de sua música e dança, em um trabalho que valoriza a cultura tradicional do povo brasileiro, principalmente afro descendente, atuando na cidade de São Carlos desde 2002, realizando arrastões pelas ruas de diversos bairros, bem como apresentações em eventos e comemorações. O trabalho do Rochedo de Ouro ao longo dos anos estendeu – se à realização de oficinas sobre a cultura, música e dança do Maracatu de Baque Virado em parceria com diversos grupos e comunidades de São Carlos e também de outros municípios. Nos trabalhos, são realizadas toadas de autoria do grupo, de domínio público, e de nações conhecidas de Recife, envolvendo não só a música, mas também o movimento do corpo, pois quem já vivenciou sabe que o maracatu não permite ficar calado ou parado.

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